Faço uma crítica ao culto cristãos de algumas denominações e igrejas pentecostais que abusam do uso de objetos para fazer ponto de contato entre o mundo espiritual e o mundo material, principalmente nos movimentos de crua divina e prosperidade
ANIMISMO CRISTÃO - PARTE 3
ANIMISMO CRISTÃO - PARTE 4
jueves, 10 de marzo de 2011
viernes, 11 de febrero de 2011
RECURSOS ARGUMENTATIVOS
Recursos argumentativos
(TEXTO DO CURSO DE HISTORIA – UNIMES)
Dizem que opinião não se discute. Até certo ponto, isso é
verdade, já que é direito de todos ter e externar um ponto
de vista. No entanto, os argumentos que sustentam uma
opinião podem ser discutidos, questionados. Por isso, ao elaborarmos uma
dissertação argumentativa, na qual procuramos demonstrar a validade de
um ponto de vista ou defender uma tese sobre determinado tema, é necessário
que a argumentação esteja bem estruturada, tanto na escolha
pertinente dos fatores que justificam a opinião dada quanto no raciocínio e
na linguagem que os apresentam. É importante que os argumentos escolhidos
harmonizem-se com a totalidade do texto, garantindo sua coerência
e evitando possíveis refutações de um leitor crítico.
O conhecimento de alguns dos principais procedimentos argumentativos
pode ser, portanto, muito útil no momento em que produzimos um texto
dissertativo, em especial o dissertativo-argumentativo.
Em vários campos do conhecimento, existem “verdades” que não são
questionadas. Por exemplo, você questionaria a seguinte proposição:
A=B; B=C; portanto A=C? Creio que não. Mas não é só nas ciências
exatas que existe esse tipo de afirmação. Há certas proposições com as
quais todos concordam, como: Toda criança precisa estar bem alimentada
para conseguir um bom desempenho escolar. Ou ainda: A educação é fundamental para o desenvolvimento de um país. Quando lançamos mão de
afirmações desse tipo com o objetivo de justificar nossa opinião, estamos
usando um argumento de valor universal, isto é, argumentos baseados
no consenso. Portanto, além de relevantes e adequados, não admitem
emoções, preconceitos, crenças (marcas de subjetividade) nem lugares comuns.
O argumento de prova concreta, por sua vez, é aquele que se sustenta
em fatos de conhecimento geral, dados, estatísticas, leis. Todas essas
informações, quando utilizadas em um texto argumentativo, devem ser
exatas, com respaldo na realidade. Além disso, é preciso interpretá-las
com atenção para ficar clara a sua pertinência e para não se tirar delas
inferências ou generalizações descabidas.
Às vezes, quando defendemos uma idéia, procuramos conhecer o que especialistas no tema já disseram. Então, fazemos citações diretas ou in98
diretas desses autores. Nesse caso, estamos usando um argumento de
autoridade – aquele cuja base de sustentação está no pensamento alheio.
A citação de autores renomados, de autoridades em determinado assunto,
é positiva na medida em que revela um produtor de texto não só bem informado mas também capaz de relacionar seu próprio pensamento com o de
outra pessoa, encontrando neles ponto de contato. No entanto, é preciso
que a citação seja realmente adequada e bem aproveitada no contexto do
trabalho – ela não substitui a argumentação pessoal do produtor do texto.
A maioria dos autores que estudaram (e escreveram sobre) a argumentação
arrolam ainda outros argumentos, entre eles o da competência lingüística
e o do raciocínio lógico.
Em princípio, tanto o raciocínio lógico quanto a competência lingüística
devem estar presentes em qualquer tipo de texto (seja ele argumentativo
ou não). Ambos passam a ser recursos argumentativos quando existe,
evidentemente, essa intenção.
(TEXTO DO CURSO DE HISTORIA – UNIMES)
Dizem que opinião não se discute. Até certo ponto, isso é
verdade, já que é direito de todos ter e externar um ponto
de vista. No entanto, os argumentos que sustentam uma
opinião podem ser discutidos, questionados. Por isso, ao elaborarmos uma
dissertação argumentativa, na qual procuramos demonstrar a validade de
um ponto de vista ou defender uma tese sobre determinado tema, é necessário
que a argumentação esteja bem estruturada, tanto na escolha
pertinente dos fatores que justificam a opinião dada quanto no raciocínio e
na linguagem que os apresentam. É importante que os argumentos escolhidos
harmonizem-se com a totalidade do texto, garantindo sua coerência
e evitando possíveis refutações de um leitor crítico.
O conhecimento de alguns dos principais procedimentos argumentativos
pode ser, portanto, muito útil no momento em que produzimos um texto
dissertativo, em especial o dissertativo-argumentativo.
Em vários campos do conhecimento, existem “verdades” que não são
questionadas. Por exemplo, você questionaria a seguinte proposição:
A=B; B=C; portanto A=C? Creio que não. Mas não é só nas ciências
exatas que existe esse tipo de afirmação. Há certas proposições com as
quais todos concordam, como: Toda criança precisa estar bem alimentada
para conseguir um bom desempenho escolar. Ou ainda: A educação é fundamental para o desenvolvimento de um país. Quando lançamos mão de
afirmações desse tipo com o objetivo de justificar nossa opinião, estamos
usando um argumento de valor universal, isto é, argumentos baseados
no consenso. Portanto, além de relevantes e adequados, não admitem
emoções, preconceitos, crenças (marcas de subjetividade) nem lugares comuns.
O argumento de prova concreta, por sua vez, é aquele que se sustenta
em fatos de conhecimento geral, dados, estatísticas, leis. Todas essas
informações, quando utilizadas em um texto argumentativo, devem ser
exatas, com respaldo na realidade. Além disso, é preciso interpretá-las
com atenção para ficar clara a sua pertinência e para não se tirar delas
inferências ou generalizações descabidas.
Às vezes, quando defendemos uma idéia, procuramos conhecer o que especialistas no tema já disseram. Então, fazemos citações diretas ou in98
diretas desses autores. Nesse caso, estamos usando um argumento de
autoridade – aquele cuja base de sustentação está no pensamento alheio.
A citação de autores renomados, de autoridades em determinado assunto,
é positiva na medida em que revela um produtor de texto não só bem informado mas também capaz de relacionar seu próprio pensamento com o de
outra pessoa, encontrando neles ponto de contato. No entanto, é preciso
que a citação seja realmente adequada e bem aproveitada no contexto do
trabalho – ela não substitui a argumentação pessoal do produtor do texto.
A maioria dos autores que estudaram (e escreveram sobre) a argumentação
arrolam ainda outros argumentos, entre eles o da competência lingüística
e o do raciocínio lógico.
Em princípio, tanto o raciocínio lógico quanto a competência lingüística
devem estar presentes em qualquer tipo de texto (seja ele argumentativo
ou não). Ambos passam a ser recursos argumentativos quando existe,
evidentemente, essa intenção.
jueves, 10 de febrero de 2011
LA DÉMONSTRATION ÉVANGÉLIQUE D'EUSÈBE DE CÉSARÉE
La Démonstration évangélique d'Eusèbe de Césarée
La Démonstration évangélique est la seconde partie d’un grand diptyque apologétique composé par Eusèbe de Césarée (v. 265 – 339/340). Bien que ce diptyque constitue l’apologie chrétienne la plus longue de l’Antiquité, il n’a jamais fait l’objet d’une étude détaillée. La Démonstration évangélique est à la fois un écrit de polémique contre le judaïsme, un prolongement de la polémique antipaïenne ouverte dans la première partie de l’apologie (la Préparation évangélique) et surtout le point culminant d’une œuvre organique qu’Eusèbe conçoit comme une exposition de la doctrine chrétienne. Cette étude précise la place de la Démonstration évangélique dans les traditions antijuive et antipaïenne de l’Antiquité à travers une analyse approfondie de son contexte polémique et de son argumentation.

Eusèbe innove par son projet de composer une apologie savante. À cette fin, il adapte à la polémique les méthodes et les commentaires de son maître spirituel Origène. La Démonstration évangélique est donc une œuvre originale située à mi-chemin entre la polémique et la recherche, dont l’influence est perceptible chez plusieurs polémistes postérieurs.
SOURCE:
http://www.brepols.net/Pages/ShowProduct.aspx?prod_id=IS-9782851212337-1
La Démonstration évangélique est la seconde partie d’un grand diptyque apologétique composé par Eusèbe de Césarée (v. 265 – 339/340). Bien que ce diptyque constitue l’apologie chrétienne la plus longue de l’Antiquité, il n’a jamais fait l’objet d’une étude détaillée. La Démonstration évangélique est à la fois un écrit de polémique contre le judaïsme, un prolongement de la polémique antipaïenne ouverte dans la première partie de l’apologie (la Préparation évangélique) et surtout le point culminant d’une œuvre organique qu’Eusèbe conçoit comme une exposition de la doctrine chrétienne. Cette étude précise la place de la Démonstration évangélique dans les traditions antijuive et antipaïenne de l’Antiquité à travers une analyse approfondie de son contexte polémique et de son argumentation.

Eusèbe innove par son projet de composer une apologie savante. À cette fin, il adapte à la polémique les méthodes et les commentaires de son maître spirituel Origène. La Démonstration évangélique est donc une œuvre originale située à mi-chemin entre la polémique et la recherche, dont l’influence est perceptible chez plusieurs polémistes postérieurs.
SOURCE:
http://www.brepols.net/Pages/ShowProduct.aspx?prod_id=IS-9782851212337-1
lunes, 24 de mayo de 2010
USO DE MEDIAS VERDADES EN LAS SECTAS
Una media verdad es peor que una mentira completa, por que la media verdad es mucho más engañosa. “La esencia del engaño es hablar 90 por ciento verdad y 10 por ciento mentira” (J Stanfford Wriht “Man in Process or time” pag 111)
De esta manera ocultan con muchas verdades sus mentiras fundamentales y llevan a las personas a creer que esa es una verdad completa. Como escribió Agustín, Obispo de Hipona en el siglo cuarto “No hay ninguna doctrina falsa que no contenga algo verdadero”
Entendiendo mejor el fundamento de las sectas hay que prepararse para defender la verdad de la sana doctrina que hemos recibido.
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
De esta manera ocultan con muchas verdades sus mentiras fundamentales y llevan a las personas a creer que esa es una verdad completa. Como escribió Agustín, Obispo de Hipona en el siglo cuarto “No hay ninguna doctrina falsa que no contenga algo verdadero”
Entendiendo mejor el fundamento de las sectas hay que prepararse para defender la verdad de la sana doctrina que hemos recibido.
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
DEFINICIÓN DE SECTA
“ Mas si aun nosotros, o un ángel del cielo, os anunciáremos otro evangelio diferente del que os hemos anunciado, sea anatema (maldito)” (Galatas 1:8)
Una secta entra en la ciencia llamada heresiologia que significa “tratado sobre las herejías”
La secta se define de estas maneras:
��Una corrupción ó perversión del verdadero cristianismo.
��¡Priven al cristianismo de sus doctrinas vitales y hallaran una secta!
��“Una secta es una perversión religiosa. Es una creencia y practica en el mundo de la religión que exige devoción a un concepto o líder (o grupo) religioso centrado en una doctrina falsa. Es una herejía organizada” (“Conozca las marcas de las sectas”, por Dave Bresse)
��Doctrina particular enseñada por un maestro que la hallo a la explico. (Diccionario Lengua Española)
��“Una secta quizás se defina también como un grupo de personas congregada alrededor de una persona especifica o de la interpretación de la Biblia de una persona (o grupo) especifico” (the Kigdom of the cults” de Walter Martín)
��Una característica importante de notar es que todas ellas son de reciente formación y sus enseñanzas nuevas. Por ejemplo lo Testigos de Jehová, tienen 120 años de fundada y los Mormones 167 años

��“Una secta, como yo la defino, es cualquier grupo religioso que difiere significativamente en uno o más aspectos en cuanto a creencia o practica, de los grupos religiosos que se consideran como expresiones normativas de la religión en nuestra cultura actual” (Dr. Charles Brade “Estos también creen”)
En la parte subrayada de la definición anterior podemos diferenciar una secta de una religión; esto por que las religiones son nativas de un pueblo y que nacen con sus propios sistemas, pero una secta es una devoción o tergiversación de una religión.
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
Una secta entra en la ciencia llamada heresiologia que significa “tratado sobre las herejías”
La secta se define de estas maneras:
��Una corrupción ó perversión del verdadero cristianismo.
��¡Priven al cristianismo de sus doctrinas vitales y hallaran una secta!
��“Una secta es una perversión religiosa. Es una creencia y practica en el mundo de la religión que exige devoción a un concepto o líder (o grupo) religioso centrado en una doctrina falsa. Es una herejía organizada” (“Conozca las marcas de las sectas”, por Dave Bresse)
��Doctrina particular enseñada por un maestro que la hallo a la explico. (Diccionario Lengua Española)
��“Una secta quizás se defina también como un grupo de personas congregada alrededor de una persona especifica o de la interpretación de la Biblia de una persona (o grupo) especifico” (the Kigdom of the cults” de Walter Martín)
��Una característica importante de notar es que todas ellas son de reciente formación y sus enseñanzas nuevas. Por ejemplo lo Testigos de Jehová, tienen 120 años de fundada y los Mormones 167 años

��“Una secta, como yo la defino, es cualquier grupo religioso que difiere significativamente en uno o más aspectos en cuanto a creencia o practica, de los grupos religiosos que se consideran como expresiones normativas de la religión en nuestra cultura actual” (Dr. Charles Brade “Estos también creen”)
En la parte subrayada de la definición anterior podemos diferenciar una secta de una religión; esto por que las religiones son nativas de un pueblo y que nacen con sus propios sistemas, pero una secta es una devoción o tergiversación de una religión.
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
LA MISIÓN DEL APOLOGISTA
Todo creyente y cristiano tiene un deber ante los millones de personas que se sumergen en la ignorancia de religiones falsas; hay que retomar lo que dijo Jesús
“Por tanto, id y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre, y del Hijo, y del Espíritu Santo; enseñándoles que guarden todas las cosas que os he mandado; y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo” (Mateo 28:19,20)

FLAVIO JOSÉ - APOLOGISTA JUDIO
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
“Por tanto, id y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre, y del Hijo, y del Espíritu Santo; enseñándoles que guarden todas las cosas que os he mandado; y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo” (Mateo 28:19,20)
FLAVIO JOSÉ - APOLOGISTA JUDIO
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
IDENTIFICANDO UNA SECTA
Si alguna ves te as preguntado ¿Cómo saber si son o no son una secta?, ¿Pero me sacan una biblia?. Ahora veremos una lista que nos servirá como guía para reconocer una secta y el saber cuales son las características que las distinguen de una religión:
1. Jesús no es el centro de atención: Definen otro Cristo o le quitan su valor real y divino (2 Corintios 11:4)
2. Tienen otra autoridad literaria aparte de la biblia: Ejemplo de esto los mormones.
3. Afirman ser las únicas que están en lo cierto: Si se fundaron hace 1 – 5 o 10 años dicen ser la única verdad. Ellos no vinieron a restaurar el verdadero cristianismo como presuponen y esto por que Jesús dijo “Por tanto, id y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolas en el nombre del padre, y del Hijo, y del Espíritu Santo; enseñándoles que guarden todas las cosas que os he mandado; y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo. Amen” (Mateo 28:19-20)

Esto quiere decir que esta promesa se cumple solo con los cristianos verdaderos y eso desde hace 2000 años, no como estas sectas que dicen que lo vienen a restaurar.
4. Hacen uso de sus propias y privadas interpretaciones de la Biblia.
5. Enseñan al hombre a conseguir su propia salvación: Esto por medio de obras buenas, vivir ciertas normas de su credo y mas.
6. Tienen una teología (estudio del carácter de Dios) cambiante: Ejemplo de esto son los Testigos de Jehová que durante años ha fracasado en sus enseñanzas (profecías) y sus lideres las cambian y dan nuevas interpretaciones.
7. Traen una nueva verdad.
8. Rechazo al cristianismo histórico.
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
1. Jesús no es el centro de atención: Definen otro Cristo o le quitan su valor real y divino (2 Corintios 11:4)
2. Tienen otra autoridad literaria aparte de la biblia: Ejemplo de esto los mormones.
3. Afirman ser las únicas que están en lo cierto: Si se fundaron hace 1 – 5 o 10 años dicen ser la única verdad. Ellos no vinieron a restaurar el verdadero cristianismo como presuponen y esto por que Jesús dijo “Por tanto, id y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolas en el nombre del padre, y del Hijo, y del Espíritu Santo; enseñándoles que guarden todas las cosas que os he mandado; y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo. Amen” (Mateo 28:19-20)

Esto quiere decir que esta promesa se cumple solo con los cristianos verdaderos y eso desde hace 2000 años, no como estas sectas que dicen que lo vienen a restaurar.
4. Hacen uso de sus propias y privadas interpretaciones de la Biblia.
5. Enseñan al hombre a conseguir su propia salvación: Esto por medio de obras buenas, vivir ciertas normas de su credo y mas.
6. Tienen una teología (estudio del carácter de Dios) cambiante: Ejemplo de esto son los Testigos de Jehová que durante años ha fracasado en sus enseñanzas (profecías) y sus lideres las cambian y dan nuevas interpretaciones.
7. Traen una nueva verdad.
8. Rechazo al cristianismo histórico.
(GARRO, PASTOR Pabel Bermudez – Doctrinas Falsas)
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